quinta-feira, 2 de maio de 2013

Tirando cartão vermelho do bolso.

Estou sem celular, deixei o danado dar um mergulho na pia cheia d'água, está na assistência por tempo indefinido.

Boy quase namorado sabe disso, óbvio. E sabe que meus meios de comunicação são o laptop em casa (quando está ligado, claro), o telefone fixo (quando estou em casa, claro) e o telefone e computador do trabalho (em dias e horários uteis, claro mais uma vez).

Ontem, feriado, ele me liga as 11, fala que está tudo bem, etc. Respondo o mesmo. Nada de programas, e ele está no trabalho e irá viajar na tarde do feriado, para estar no lugar 'x' todo bonitinho e entregar/pegar documentos. Tudo por causa do trabalho dele.

Cerca de meio dia, uma prima liga e me chama pra sair. Disse que está perto de casa, o programa é família (passear com a filha dela, juntamente com minha tia, ou seja, combo -almoço-cinema-parquinho). Poxa, resolvi ir, e a prima diz que em 10 minutos está em casa, lá embaixo do prédio, no carro, me esperando.
Tiro o pijama, troco de roupa rapidinho e saio.

Chego 7 da noite, cansadaça, criança suga a energia da gente.

Telefone liga e é o boy puto, porque te ligou e não te achou, inconformado pois você deixou ele sem saber onde você estava indo, ele ficou preocupado já que o telefone tocava e ninguém atendia.

Pergunto: Sou muito chata em achar tal coisa absolutamente desnecessária (programa inseperado, pouco tempo, eu -tia-prima-filha da prima sem celular), e umas 7 horas fora de casa. Se tivesse ido viajar, saído a noite e não voltado, ok, entendo. Mas pra ir no parquinho num feriado a tarde, é tão desesperador assim, durante um período à tarde ficar sem notícias de alguém?

Ah, sério, me poupe.

Nenhum comentário:

Postar um comentário